Todas as edições

Edição: Vol. 1 Nº 1 (fev/2011)

Para inaugurar o Matéria Obscura, abusamos de peso-pesados: “Harry Potter” e “O Exterminador do Futuro”. Fantasia literária de um lado, ficção científica cinematográfica do outro e uma pergunta comum: será que conseguimos escapar do destino criado por nossos rótulos?

A Inteligência da Skynet
As Castas e as Casas de Hogwarts

Edição: Vol. 1 Nº 2 (mar/2011)

Na segunda edição do Matéria Obscura não poupamos palavras na hora de colocar ídolos do pop em xeque. De um lado do tabuleiro, o fenômeno Lady Gaga divide o debate sobre celebridades com a dupla irlandesa Jedward. Do outro, a solitária Liz Lemon, personagem criada e vivida por Tina Fey, é colocada no microscópio por culpa de seus relacionamentos disfuncionais.

O curioso caso de Elizabeth Lemon
A invenção de Lady Gaga e Jedward

Edição: Vol. 1 Nº 3 (mar/2011)

O Matéria Obscura chega à terceira edição com duas reflexões sobre personagens de séries de TV. Em “O julgamento do monstro”, o vampiro Angel mostra dificuldades em aceitar sua própria trajetória. Já a singular personalidade de Rose (“Two and a Half Men”) conquista fãs em “Eu gostaria de ser uma stalker”.

“Eu gostaria de ser uma stalker”
O julgamento do monstro – identidade e estigmas no Buffyverso

Edição: Vol. 1 Nº 4 (abr/2011)

Numa semana muito especial aqui no Matéria Obscura escolhemos falar sobre uma das mais interessantes séries de ficção científica da atualidade: “Fringe”. Entre dimensões paralelas e versões alternativas de personagens, o show criado por J.J. Abrams instiga nossa curiosidade e nos levanta infinitos questionamentos.

O papel de Walter Bishop
A grama é mais verde do lado de Lá

Edição: Vol. 1 Nº 5 (abr/2011)

Em sua edição mais megalomaníaca, o Matéria Obscura atacou duas coleções da sua prateleira preferida: a saga “Planeta dos Macacos” e os romances de Jane Austen. Seriam a inteligência e o amor romântico os maiores vilões da humanidade?

Sobre macacos, homens e seu maior inimigo: o intelecto
Jane Austen não é romântica

Edição: Vol. 1 Nº 6 (mai/2011)

Na sexta edição do Matéria Obscura, os cabelos mágicos de Rapunzel e a misteriosa Força dos Jedi mostram ser personagens tão centrais quanto a garota da torre e o rapaz com o sabre de luz.

Sobre os cabelos da garota da torre
Em “Guerra nas Estrelas”, a Força tem fé em você

Edição: Vol. 1 Nº 7 (mai/2011)

Provando que revisitar o passado é algo que fazemos com muito gosto, dedicamos a sétima edição do Matéria Obscura a duas paixões antigas: os trabalhos do roteirista Bryan Fuller e a primeira versão da série “La Femme Nikita”. Enquanto nos primeiros descobrimos que existe sim vida após a morte, no segundo desvendamos os segredos sonoros de personagens que querem acima de tudo se manter vivos.

Os sons de “La Femme Nikita”
A morte e o renascimento do toque

Edição: Vol. 1 Nº 8 (mai/2011)

Correr os olhos sobre uma lista de sucessos de 20 anos atrás desperta mais do que recordações: esse foi também o ponto de partida para duas visões do Matéria Obscura sobre o que dominou as paradas de sucessos entre 1991 e 2010. É hora de preparar seu primeiro hit single.

Como fazer músicas de sucesso e influenciar pessoas
Sobre o poder do amor e outros refrões: o que (não) mudou em 20 anos de sucessos

Edição: Vol. 1 Nº 9 (jun/2011)

Mantendo a tradição de investigar os percalços dessa estranha época chamada “adolescência”, o Matéria Obscura decidiu explorar os mistérios por trás do mais recente fenômeno quadrinístico “Scott Pilgrim” e do já passadinho “Hole In My Soul”, clipe antológico noventista da banda Aerosmith.

Scott Pilgrim Vs. A Cultura Adolescente
Steven Tyler e o ataque dos clones sem coração

Edição: Vol. 1 Nº 10 (jun/2011)

Aproveitando a temporada de tênis na grama, o Matéria Obscura usa o filme “Wimbledon” para discutir a fórmula que faz uma comédia romântica e sua tolerância a raquetes e bolinhas. Não gosta de tênis, comédias românticas e comédias românticas com tênis? Tudo bem. Fica, tem Batman...

A impossibilidade do Batman
Garçom, tem um esporte na minha comédia romântica

Edição: Vol. 1 Nº 11 (jul/2011)

É chegada a hora de discorrer sobre aqueles que fazem de menos, mas não deixam de nos chamar atenção com suas ações. Seja você um fã da filósofa Jaye Tyler, criada por Bryan Fuller, ou do não menos brilhante Pacey Witter, imaginado por Kevin Williamson, a 11ª edição do Matéria Obscura quer saber: o que nos faz amar esse tipo de personagem?

Pacey Witter não pode perder
Jaye Tyler, a meretriz do destino

Edição: Vol. 1 Nº 12 (jul/2011)

O Matéria Obscura é engolido pelo Distrito 12 de Katniss Everdeen, com duas leituras pessoais da trilogia “The Hunger Games” (“Jogos Vorazes”). Que as chances estejam sempre em seu favor.

E no programa de hoje: Revolução. Não tente mudar de canal
(Começam os Jogos.) Fica o vazio

Edição: Vol. 1 Nº 13 (ago/2011)

Enveredando pelos caminhos obscuros da mente, o Matéria Obscura decidiu traçar os limites psicológicos do funcionamento da nossa apreciação musical e televisiva. Da desconstrução de um terapeuta da ficção até a arquitetura emocional de uma música, queremos saber: o que se esconde por trás da psiquê humana?

Somos médicos e somos loucos
Um pacote musical para o seu cérebro

Edição: Vol. 1 Nº 14 (ago/2011)

As séries “Firefly” e “The Middleman” duraram apenas uma curta temporada, mas seus fantasmas vivem em mais uma edição do Matéria Obscura.

A transposição HQ/TV: “The Middleman” em imagens e imagens
River Tam não traz ordem ao caos

Edição: Vol. 1 Nº 15 (set/2011)

Estaria a História destinada a se repetir? Seja na cultura, seja nas política ou nos pequenos relacionamentos do nosso dia-a-dia, estamos sempre revivendo erros e acertos do passado. Em sua 15ª edição, o Matéria Obscura se pergunta: e por quê?

Aquilo que esquecemos que somos
Da Ópera ao Indie Rock: O consumo musical no século 21

Edição: Vol. 1 Nº 16 (set/2011)

Ficção ou vida real – em qual delas precisamos mais da arte da auto-enganação? O Matéria Obscura tenta descobrir se precisamos perdoar mais nossos anti-heróis ou nosso vício em internet.

“Eu também sou real”, disse a Internet
O fantástico mundo das desculpas inventadas

Edição: Vol. 1 Nº 17 (out/2011)

O Matéria Obscura se encanta e desencanta com as personalidades de garotas que não poderiam existir. Conheça sua “Manic Pixie Dream Girl”, ou se perca nas reviravoltas mirabolantes de uma mera adolescente.

“Pretty Little Liars” e a complicada vida de uma adolescente fictícia
Sobre garotas fadas maníacas que habitam nossos sonhos

Edição: Vol. 1 Nº 18 (out/2011)

E quem decide quais serão os que vivem e os que caem no esquecimento? Sejam executivos de estúdios de televisão, sejam autores fantásticos, obras e personagens de ficção desafiam a própria morte para alimentar as fantasias de seus inúmeros fãs.

A disputa mais difícil da televisão
Quando o outro lado da vida é a mais pura ficção

Edição: Vol. 1 Nº 19 (nov/2011)

No futuro subaquático de “Year 3000”, o Busted declarava a proliferação de boybands e poucas mudanças em relação a 2003, ano de lançamento da música. Se só conseguimos enxergar futuros com cara de presente, será que finalmente poderemos conceber uma época sem baladas românticas do Westlife?

Dias de um futuro presente
Um obituário para o Westlife

Edição: Vol. 1 Nº 20 (nov/2011)

Entre o papel da tecnologia na previsão de nossas possíveis almas gêmeas e a renegada importância do banheiro no universo das comédias românticas, o Matéria Obscura volta a discorrer sobre um de seus temas favoritos: o amor na ficção.

A ciência do desencalhe
Não se esqueça de dar descarga, tá amor?

Edição: Vol. 1 Nº 21 (dez/2011)

Durante esse ano, o Matéria Obscura enfrentou vorazmente os mais diversos assuntos. No último número de seu primeiro volume chegou a vez de enfrentar o pior deles, o fim. Ou seria a importância da identidade? Quem sabe os dois.

Veronica Mars merecia um fim melhor
Narro, logo eles existem

Edição: Vol. 2 Nº 1 (fev/2012)

Em sua primeira edição deste novíssimo segundo volume, o Matéria Obscura volta a falar de heróis e vilões. Enquanto os malvados caem em penitência por seus repreensíveis crimes, os mocinhos são alçados ao status de referência tanto moral quanto cultural.

Chuck versus a homenagem
Um corpo que cai

Edição: Vol. 2 Nº 2 (mar/2012)

Com o mouse em uma mão e uma estaca de madeira na outra, desvendamos nesta edição do Matéria Obscura a origem dos vampiros e da caça-vampiros.

Joss Whedon, mas com um twist
Mãe, de onde vêm os vampiros?

Edição: Vol. 2 Nº 3 (mar/2012)

Disparando em direção ao destino incerto dos seres humanos, o Matéria Obscura investiga dois grandes paradigmas da contemporaneidade por meio do cinema de ficção cientifica: a relação, cada vez mais explícita, entre tempo e dinheiro, e as polêmicas que cercam a apreciação da arte na esfera do capital.

2010 – O ano em que a lua foi o limite
E se o tempo fosse dinheiro?

Edição: Vol. 2 Nº 4 (abr/2012)

O que mais afeta nosso destino: nosso gênero ou nosso coração? No game “Mass Effect”, o dilema é escolher se a palavra “comandante" virá acompanhada de um artigo masculino ou feminino. Na série “One Tree Hill”, o dilema é procurar ou não sentidos ocultos em um coração sem dono.

Mas, professora, o cachorro comeu meu coração!
Diga a seus amigos que Shepard já chegou**

Edição: Vol. 2 Nº 5 (abr/2012)

Entre celebridades que se tornam personagens de suas próprias histórias fantásticas e pessoas comuns que deixam de ser o centro das atenções quando se descobrem parte de um movimento de estabelecidos, o Matéria Obscura investiga o que faz de todos nós mais ou menos especiais.

Orkutizando Winston Parva (antes que fosse bacana)
Entre a persona e a personagem

Edição: Vol. 2 Nº 6 (mai/2012)

Procurando entender o que ícones da música e do cinema ainda tem a nos dizer, o Matéria Obscura faz a pergunta: Quais são as lições que os heróis de nossa infância e adolescência nos deixaram?

Tudo o que você precisava saber sobre desilusões amorosas, John Hughes te ensinou
Noel Gallagher contra a vontade coletiva

Edição: Vol. 2 Nº 7 (mai/2012)

Das fogueiras e dos contos de fadas para o protagonismo global, bruxas e personagens consagrados abrem seu caminho nesta edição do Matéria Obscura, que discute a transformação de ícones históricos em fenômenos culturais.

Memórias midiatizadas: a identidade cultural sem lugar
Eles não acreditam em bruxas, mas elas não se importam

Edição: Vol. 2 Nº 8 (jun/2012)

Investigar os limites entre a realidade e a ficção é o tema central desta edição do Matéria Obscura. Se por um lado o cinema desmistifica que o amor romântico entre casais seja desprovido de conflitos reais, ele romantiza o mito de crianças perdidas em florestas pelo mundo.

Deixe-me tocar uma valsa
O garoto que não era da floresta

Edição: Vol. 2 Nº 9 (jul/2012)

Nesta edição especial do Matéria Obscura nos rendemos em uníssono ao fascínio de “Downton Abbey”, série inglesa que conta a trajetória novelesca da família Crawley e seus empregados no turbulento começo do século 20.

Quando Downton Abbey encontra o charme brasileiro
Falando de Lady Edith

Edição: Vol. 2 Nº 10 (jul/2012)

De olho nos detalhes por trás de grandes produções, o Matéria Obscura faz as perguntas: e se os personagens que conhecemos bem fossem interpretados por outros atores? E ainda, seriam os coadjuvantes os legítimos responsáveis pelo rumo de histórias que amamos?

Personagens em busca do par perfeito
Eles, robôs: como os androides moralizaram a franquia “Alien”

Edição: Vol. 2 Nº 11 (jul/2012)

Eles estarão lá por você quando a chuva desabar? O Matéria Obscura não tem a resposta para essa pergunta, mas investiga nesta edição o que faz do Batman um super-herói reconhecível independente dos tons de cinza em seu uniforme.

Como eu conheci os meus amigos
Os cinquenta tons do Morcego

Edição: Vol. 2 Nº 12 (ago/2012)

Heróis ou vilões, quem são os personagens que tornam a linha entre realidade e ficção cada vez mais indistinta? De um lado, cientistas que bem poderiam ser inimigos mortais do agente 007, de outro poderosos protagonistas criados por David Cronenberg, um diretor que não acredita em super-heróis.

Poderia ter sido um vilão de James Bond
Nem um pássaro, tampouco um avião. É David Cronenberg

Edição: Vol. 2 Nº 13 (set/2012)

Tardando, mas não falhando, o Matéria Obscura chega a sua 13ª edição partindo de uma raiz comum: Doctor Who. Seja na ficção do Whouniverso ou na vida real, debatemos os limites impostos aos personagens que se pretendem a viver aventuras para sempre. Mas deixamos a questão: E quem quer viver para sempre, pode?

Problemas quase reais da imortalidade fictícia
Em “Doctor Who”, a aventura tem hora para acabar ou então…

Edição: Vol. 2 Nº 14 (jan/2013)

De volta de um sombrio hiato, o Matéria Obscura reassume seu compromisso ao debater a cultura que consumimos. Nesta edição, apresentamos dois pontos de vista que tem raízes comuns, mas razões bem particulares. Num embate entre cinema e televisão, quem ganha nossa preferência?

E como foi o seu dia, TV?
Vejo TV, logo existo

Edição: Vol. 2 Nº 15 (fev/2013)

Não temos um tema comum, mas oferecemos opções: neste Matéria Obscura, o quadrinho “O Inescrito” e o canadense Justin Bieber cabem na mesma edição.

O que aprendemos com histórias sobre histórias
Algumas coincidências, dois Justins e uma dica

Edição: Vol. 2 Nº 16 (fev/2013)

O fim inevitável muda uma história que ainda está sendo contada, mas alguns fãs também mudam o final que o autor queria contar. Colocamos o ponto final em uma história, ou ele sempre esteve lá, esperando por nós?

A história que o cancelamento de “Dollhouse” contou
A quem pertencem os finais

Edição: Vol. 2 Nº 17 (mar/2013)

No Matéria Obscura podemos ser fisicamente incapazes de viajar no tempo, mas nada nos impede de passearmos pela rua da memória musical. Dos vocais de Joey McIntyre aos de Rob Thomas, esta edição se dedica a relembrarmos os melhores trabalhos dos músicos que um dia serviram de trilha sonora das nossas vidas.

Você ou alguém como você, 17 anos depois
Joey McIntyre e a fábula (ao vivo) dos ex-boybanders

Edição: Vol. 2 Nº 18 (mai/2013)

Não é um pônei, mas é uma edição nova do Matéria Obscura.

A nova velha Veronica Mars
O mistério do desaparecimento da classe média